Beat ’em up: 7 clássicos que marcaram gerações

Beat ’em up: 7 clássicos que marcaram gerações

Ação direta, combates intensos e progressão contínua em cenários repletos de inimigos.

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Se existe um gênero de videogame que desperta nostalgia instantânea, esse gênero é o beat ’em up. Desde fliperamas barulhentos até salas de estar recheadas de consoles antigos, esses jogos conquistaram milhões de fãs mundo afora. De brigas de rua a batalhas épicas contra chefes memoráveis, o universo dos beat ’em up está repleto de momentos inesquecíveis, personagens carismáticos e trilhas sonoras que embalam a ação frenética.

Mas o que faz um beat ’em up ser tão marcante? Prepare-se para mergulhar nessa jornada pelas ruas virtuais que fizeram história. Confira agora sete clássicos que ajudaram a definir e eternizar esse gênero eletrizante!

O que é um beat ’em up?

O termo beat ’em up descreve jogos nos quais você enfrenta hordas de inimigos usando golpes corpo a corpo — socos, chutes, agarrões e combos incríveis. Geralmente, o jogador atravessa fases lineares enquanto derrota adversários em sequências de ação, enfrentando desafios cada vez mais complexos.

Desde o final dos anos 1980, os beat ’em up dominaram os arcades, oferecendo diversão imediata e multiplayer cooperativo — um dos grandes trunfos do gênero. A cada fase, o desafio aumentava, exigindo habilidade, estratégia e trabalho em equipe para sobreviver.

Curiosamente, o gênero nasceu inspirado em filmes de artes marciais e quadrinhos, transportando o jogador para universos urbanos, místicos ou até futuristas. É impossível falar de cultura gamer clássica sem mencionar esses títulos.

Double Dragon — O pioneiro

Lançado em 1987, Double Dragon é considerado o pai dos beat ’em up modernos. Sua trama simples — dois irmãos enfrentando gangues para resgatar a namorada sequestrada — conquistou jogadores de todas as idades.

O destaque está na jogabilidade cooperativa, permitindo aos amigos lutar juntos contra os criminosos. Com cenários variados, armas e chefes desafiadores, Double Dragon influenciou tudo o que viria a seguir.

Além do sucesso nos arcades, o game garantiu adaptações para diversos consoles, reforçando sua importância no panteão dos beat ’em up. Sem dúvida, um clássico que abriu portas para a evolução do gênero.

Final Fight — Ações nas ruas de Metro City

Quando se fala em beat ’em up, Final Fight é sinônimo de sucesso. Lançado em 1989 pela Capcom, o jogo se passa nas perigosas ruas de Metro City, onde três personagens carismáticos — Cody, Guy e Haggar — enfrentam a gangue Mad Gear.

Com gráficos impressionantes para a época, combos variados e chefes inesquecíveis, Final Fight ganhou versões emblemáticas para Super Nintendo e outros consoles. O jogo elevou o padrão dos beat ’em up, tornando-se referência para títulos posteriores.

Uma curiosidade: o ex-lutador Haggar é até hoje símbolo de força e liderança no universo dos videogames. Não à toa, Final Fight segue inspirando remakes, homenagens e fãs no mundo inteiro.

Streets of Rage — O auge da briga de rua

A Sega não ficou para trás e lançou, em 1991, Streets of Rage — uma das franquias de beat ’em up mais queridas do planeta. Com trilha sonora marcante composta por Yuzo Koshiro e visual arrojado, o título logo virou fenômeno no Mega Drive.

A trama gira em torno de ex-policiais enfrentando uma corporação criminosa para salvar sua cidade. Os controles precisos, a variedade de inimigos e o modo cooperativo fizeram de Streets of Rage um clássico obrigatório.

O carinho dos fãs foi tão grande que, quase três décadas depois, a franquia ganhou nova vida com Streets of Rage 4, mostrando a força atemporal dos beat ’em up.

Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time — Diversão em grupo

Quem nunca quis controlar as Tartarugas Ninja e enfrentar o Destruidor? Em Turtles in Time, lançado pela Konami em 1991, o sonho se tornou realidade. Considerado um dos melhores beat ’em up de todos os tempos, o jogo impressiona pelo visual colorido, cenários diversos e jogabilidade cooperativa para até quatro jogadores.

Além das fases clássicas ambientadas nas ruas de Nova York, o game transporta os jogadores por diferentes períodos históricos, proporcionando variedade e inovação. Toda a essência de “batalhar em grupo” brilha com intensidade nesse título.

Turtles in Time continua sendo referência e motivo de reunião entre amigos em disputas animadas até hoje.

Golden Axe — Fantasia e magia no beat ’em up

Fugindo dos cenários urbanos, Golden Axe, da Sega, apresentou um universo medieval repleto de guerreiros, magos e criaturas fantásticas. Lançado em 1989, conquistou fãs rapidamente graças à ambientação única e à possibilidade de montar em criaturas lendárias.

Neste beat ’em up, magia, armas e habilidades especiais adicionam camadas estratégicas à ação. O game se destacou ainda pelas animações fluidas e pela dificuldade desafiadora.

Golden Axe provou que o gênero podia ir além das ruas, explorando cenários e narrativas inspiradas em mitologia e fantasia. Um verdadeiro marco!

Alien vs. Predator — Diversão cooperativa futurista

Poucos beat ’em up exploraram tão bem o potencial cooperativo quanto Alien vs. Predator, lançado pela Capcom em 1994. Nele, até três jogadores podem enfrentar hordas de xenomorfos em batalhas intensas e ambientação futurista.

O diferencial está na possibilidade de escolher entre soldados humanos e Predadores, cada um com habilidades e armas distintas. O ritmo acelerado, gráficos caprichados e os chefes gigantes garantem diversão garantida do início ao fim.

Apesar de não ter recebido versão oficial para consoles caseiros, Alien vs. Predator se mantém vivo na memória dos frequentadores de fliperama.

Scott Pilgrim vs. The World: The Game — Beat ’em up nos tempos modernos

O gênero beat ’em up não morreu; pelo contrário, ganhou novos fãs e adaptações modernas. Scott Pilgrim vs. The World: The Game, lançado originalmente em 2010, é a prova disso.

Inspirado nos quadrinhos e no filme de mesmo nome, o jogo presta homenagem aos clássicos, trazendo gráficos em pixel art, trilha sonora eletrizante e multiplayer cooperativo. A proposta resgata a essência dos beat ’em up, adaptada para as novas gerações.

Com atualizações e relançamentos, Scott Pilgrim garantiu seu espaço, reunindo veteranos e novatos na mesma aventura.

Conclusão: O legado dos beat ’em up

Mais que simples pancadaria digital, o beat ’em up representa uma era dourada dos videogames. O gênero reviveu momentos de amizade, desafio e diversão coletiva, marcando gerações e influenciando novos títulos até hoje.

Seja resgatando clássicos ou experimentando novas aventuras, fica o convite: explore o universo beat ’em up e descubra por que ele nunca sai de moda. Quais destes jogos você já conhecia ou pretende jogar? Deixe a curiosidade te levar ainda mais longe nesse universo de ação e nostalgia!

Bárbara Luísa

Graduada em Letras, possui experiência na redação de artigos para sites com foco em SEO, sempre buscando oferecer uma leitura fluida, útil e agradável.

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